Legado da Toyota para São Bernardo do Campo

SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SÃO BERNARDO DO CAMPO VAI GANHAR UM CENTRO DE HEMODINÂMICA E AMPLIAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DA UTI.

Nesta terça-feira (4/7) Toyota do Brasil anunciou investimento de 5.5 milhões para investimento na área de Saúde que irá beneficiar a cidade de São Bernardo do Campo e toda a região do entorno.

 A Toyota do Brasil no encerramento das atividades de sua primeira fábrica fora do Japão, instalada na cidade de São Bernardo em 1962, teve a brilhante iniciativa de deixar um legado na área de saúde, como agradecimento pelo acolhimento que recebeu da população durante os mais de 60 anos de atividade.

A Santa Casa de São Bernardo do Campo, irá se beneficiar do investimento de 5.5 milhões para construir um novo Centro de Hemodinâmica e ainda reformar e ampliar a UTI (Unidade de Terapia Intensiva). O futuro empreendimento atuará em área que poderá atingir 4 milhões de pessoas em um raio de 10 quilômetros no entorno da Santa Casa.

Com o novo Centro de Hemodinâmica e a UTI concluídos, a Santa Casa poderá realizar cirurgias de pequena, média e alta complexidade.

  SANTA CASA

A Santa Casa DE Misericórdia de São Bernardo do Campo é uma instituição filantrópica de direito privado, sem fins lucrativos, de utilidade pública federal, estadual e municipal, fundada em 24/05/1968 e que atua na área de saúde pública e privada. É detentora do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) expedido pelo governo federal para instituições filantrópicas cujo atendimento contempla o SUS. Antônio de Pádua Chagas é o atual presidente do Conselho de Administração.

Atualmente a Santa Casa tem 63 leitos, sendo 40 para internados SUS, 10 leitos UTI que serão reformados e ampliados com o investimento da Toyota, 13 leitos para convênios além de exames clínicos laboratoriais, exames de imagem (tomógrafo e raio x), pronto socorro adulto e pediátrico e um Centro Cirúrgico que será inaugurado junto com a construção do Centro de Hemodinâmica

 

  TOYOTA E SINDICATO

O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, através de sua diretoria, teve um papel preponderante junto a Toyota, na indicação da Santa Casa para receber o legado.

                                                     

  CONVIDADOS

Além dos diretores da Toyota do Brasil e da Santa Casa de São Bernardo, o evento contou ainda com a presença do Dr. Eudes Quintino de Oliveira Junior, representando a Secretaria de Estado da Saúde, o diretor-presidente da Fehosp (Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo), Edson Rogatti , do presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Moisés Selerges e do ex Provedor da Santa Casa de São Bernardo Dr. Conrado Zambrini Filho

Segundo o presidente do Conselho de Administração da Santa Casa de São Bernardo, Antônio de Pádua Chagas, este será um novo patamar que ajudará diminuir a fila da demanda reprimida do SUS. “Temos procurado ampliar e melhorar a qualidade de nosso atendimento a cada dia e a inciativa da Toyota vai ajudar a mudar a história da nossa Santa Casa”, concluiu.

Masahiro Inoue, CEO da Toyota para América Latina e Caribe, ressaltou que a Toyota “se sente orgulhosa de poder deixar uma contribuição para pessoas que acolheram e ajudaram no crescimento da empresa durante todos esses anos”. Muita gente viveu como “toyoteiro” e vamos deixar não só o legado mas a memória”, finalizou.

Para o presidente do Sindicato, Moisés Selerges, o investimento na área da saúde beneficiará não apenas os metalúrgicos mas sim, toda a população. “Nosso entendimento é que a Santa Casa pela sua atuação e importância para a cidade possa, com esse importante apoio da Toyota, tornar-se uma referência na área de saúde do município”, ressaltou.

Edson Rogatti comentou que “o governo federal cobre apenas 50% dos gastos, portanto a ajuda da iniciativa privada é fundamental”.

Dr. Eudes, trouxe o reconhecimento e agradecimento do Secretário de Saúde Estadual (Eleuses Paiva) a Toyota e parabenizou a Santa Casa pela parceria.

Dr. Zambrini relembrou que durante seu mandato, de 1988 até 2016, sempre houve dificuldade para manter a Santa Casa funcionando. ”Fico contente por ver tantas pessoas participando e colaborando de forma muito positiva para a melhoria da Santa Casa”, concluiu.

Fotos: Jurandir Santana 

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